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Um File é um arquivo — e isso já é poderoso

Um File não é um anexo descartável. Ele representa uma fonte canônica do filesystem dentro do Canvas, tornando claro qual material o trabalho deve ler, revisar, editar ou usar como entrada.

Veja um PDF participando do trabalho no Canvas → (abre em uma nova aba)

O File mantém o material visível enquanto você organiza agentes, decisões e execução ao redor dele.

O que o File faz

Sozinho, o File permite visualizar e trabalhar com uma fonte do Workspace. Dependendo do formato, o Kavor oferece edição textual, busca, ajuste de leitura e preview rico.

Os formatos textuais incluem Plain Text, Markdown, JSON, SQL, TypeScript, JavaScript, YAML, Shell, HTML e CSS. Imagens e PDFs podem ser visualizados no Canvas; SVG pode alternar entre preview e source.

O File continua apontando para a fonte real. Se o arquivo mudar fora do Kavor, o Node acompanha a mudança e sinaliza quando existe uma edição local que precisa ser reconciliada. Isso evita confundir uma cópia de contexto com o artefato que realmente será versionado.

File como escopo explícito

Conectado a um CodingAgent, o File transforma uma intenção genérica em uma fonte concreta de trabalho. Ele pode delimitar um módulo, fornecer um contrato de entrada, manter uma imagem ou PDF para análise, ou deixar claro qual configuração deve ser revisada.

Um pedido inicial pode ser direto:

Leia o File conectado como a fonte canônica desta tarefa. Explique o que precisa mudar, preserve o escopo e só edite depois que eu confirmar o plano.

Quando o agente precisa apenas consultar o material, use o Guardrail file_read_only na Connection direta. O agente continua enxergando o File alcançável, mas não pode alterar sua fonte por meio das operações mediadas pelo Kavor.

File como entrada de um Terminal

Uma Connection entre File e Terminal exporta o caminho absoluto canônico do arquivo para a sessão por meio de um nome de variável de ambiente escolhido por você. O valor é o caminho, não uma cópia do conteúdo.

Por exemplo, um File conectado como CHECK_SQL pode ser usado assim:

sqlite3 app.db < "$CHECK_SQL"

O caminho é aplicado quando a sessão do Terminal inicia. Se você alterar a Connection ou seu parâmetro com o shell já aberto, a interface informa que a sessão precisa ser reiniciada para receber o novo valor.

Esse desenho é útil para scripts, SQL, configurações e relatórios: o File mantém a fonte explícita no Canvas e o Terminal executa o comando sem que você precise copiar caminhos entre janelas.

Três formas de usar

Revisar uma fonte existente

Conecte o File a um CodingAgent e peça uma leitura orientada por risco. Para uma revisão visual, mantenha o arquivo, uma Sticky Note para findings e um Terminal para as verificações no mesmo grafo.

Implementar com escopo claro

Conecte a Specification, o File e o Builder. A Specification explica o resultado; o File identifica a fonte concreta; o CodingAgent faz a mudança e registra evidências nos lugares apropriados.

Transformar um artefato em entrada executável

Conecte um File de SQL ou script a um Terminal, nomeie a variável e execute o comando a partir do shell. Se um agente também estiver conectado, ele pode ajudar a interpretar a saída enquanto você acompanha o processo.

Exemplos: a mesma peça, três tipos de entrada

Código como foco de uma revisão

Adicione o arquivo do cliente HTTP como File, conecte um Reviewer e mantenha uma Sticky Note alcançável para os findings. Peça:

Revise o File do cliente HTTP, especialmente timeout, retry e tratamento de erros. Use-o como foco da análise. Caso uma conclusão dependa de outro arquivo, identifique a dependência antes de ampliar a investigação. Registre somente findings sustentados por código ou reprodução e não implemente correções.

O resultado esperado é uma revisão localizada, com cenário e referência ao trecho relevante. O File explicita o foco; não constitui um sandbox para as ferramentas nativas do harness. Delimite o escopo no pedido e use o Guardrail adequado para as operações do Kavor.

PDF ou imagem como referência

Mantenha um PDF de requisitos ou uma imagem de referência no mesmo grafo que a Specification e o CodingAgent:

Compare o material do File com a Specification. Separe requisitos explícitos, interpretações e dúvidas. Para cada divergência, indique a página ou elemento observado e registre a pergunta na Sticky Note. Não invente conteúdo que não conseguir ler.

Você espera uma comparação verificável, não apenas um resumo. A capacidade de interpretação depende do formato e das ferramentas disponíveis no harness; o preview do Kavor mantém a referência visível para você.

Um script como entrada do Terminal

Crie um File para um pequeno script Node.js e configure sua Connection ao Terminal com o nome CHECK_SCRIPT:

console.log('Canvas file connection is working');

Inicie a sessão do Terminal após configurar a Connection e execute:

test -n "$CHECK_SCRIPT" && node "$CHECK_SCRIPT"

O resultado esperado é Canvas file connection is working. A variável contém o caminho do script. Se estiver vazia, confira o nome na Connection e reinicie a sessão para receber a configuração. Este exemplo usa um shell POSIX e exige Node.js instalado; em PowerShell, consulte a variável com $env:CHECK_SCRIPT e execute node $env:CHECK_SCRIPT.

Limites que importam

  • a Connection não transforma o File em acesso genérico ao filesystem; o Node continua representando sua fonte canônica configurada;
  • nem todo formato binário é editável como texto;
  • o caminho exportado ao Terminal não contém o corpo do arquivo;
  • uma Connection direta com um CodingAgent é necessária para um Guardrail específico do File;
  • uma alteração externa ou concorrente precisa ser resolvida antes de substituir uma edição local;
  • estar próximo de um File no Canvas não concede acesso ao seu conteúdo.

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Última revisão 1 de out. de 2026Verificado com Kavor 1.6.2Compartilhe feedback sobre a documentação